ABORTO: CARTA ABERTA A FIOCRUZ

Recentemente a Rede FioCruz (Fundação Oswaldo Cruz) divulgou o “debate” com o tema: Aborto: um problema de saúde pública e de direito das mulheres“. O próprio título revela manipulação de conteúdo no referido debate pois coloca a prática do aborto simpesmente como algo ligado à “saúde pública” e “direito das mulheres“. Essa é a vanguarda de pessoas que utilizam títulos para defender uma agenda maligna já imposta a muitos países onde mais de 90% da população é contra esse crime lesa-humanidade.  A Constituição brasileira e a própria consciência humana preconiza que tirar a vida é crime passivel de julgamento e condenação. Qualquer lei que legalize a prática de matar crianças em gestação é anticonstitucional e totalmente adversa a consciência humana. É muito mais do que uma questão religiosa a obstinada defesa da vida!

Não se trata apenas de saúde pública, especialmente se recursos destinados a promoção da vida sejam utilizados para difundir conceitos que negam a saúde e a vida de pessoas sendo geradas no utero materno. Nem se trata de “direitos das mulheres” pois a origem da vida não vem da capacidade orgânica de uma mulher – e está muito além da união íntima de dois sexos. É gerada por um poder que está além da própria capacidade cognitiva da ciência: o poder da vida. A ciência sabe que uma criança em processo de formação no utero da mãe exerce papel ativo – e não passivo! Por isso o aborto é, primeiramente, problema  da  criança que está sendo gerada no utero de uma mulher, frente a sanha cruel dos defensores do aborto.
O evento teve como palestrantes Leila Adesse e Beatriz Galli, ambas do Ipas Brasil. A debatedora convidada é a pesquisadora da Escola Karen Giffin. O Ceensp, com transmissão pela Rede Fiocruz” (Informação do Ministério da Saúde) .
A figura do médico e sanitarista Oswaldo Cruz honra nossa Nação e tem seu nome ligado a promoção e defesa da vida. A Fundação Oswaldo Cruz nasceu sob a força desse ideal vivenciado para a promoção da vida e do bem estar. Há uma agenda perversa e maligna que tenta impor ao Brasil a institucionalização do aborto com agumentos rasteiros e sem base na éticae no direito porque atenta contra a vida. O pior dos crimes vem sendo praticado aos milhões em países ditos “desenvolvidos“: o aborto, que aniquila a vida em formação no utero de uma mulher. É hediondo não apenas pela violencia, mas também pela covardia ao lancetar um feto cujo coração já pulsa e acelera no ato cruel desse crime inominavel. Os cientistas sabem muito bem que a “mulher pode ter direito sobre seu corpo“, porém ninguém tem direito de matar a seu semelhante. Uma criança em formação é o agente ativo no corpo da mãe. Cabe ao governo e suas instituições forjar campanhas pela vida, pelo orientação da juventude e dos casais pois há meios contraceptivos adequaos e de baixo custo – como todos sabem. A mídia, tantas vezes libertina, teria sob a forma da lei, de orientar com mestres idôneos a população quanto ao planejamento familiar. ABORTO É CRIME e sua promoção incrimina os que o apoiam e o defendem!  A mentalidade de certa elite intelectual, atualmente, no planeta, é fundamentada na soberba presunção da inexistência de Deus. Para essa mentalidade a vida é banal, é vil, é descartável. Um nascituro, sob essa ótica, é apenas um ser “indesejável” e – vestindo uma camisa que supostamente defende “direitos humanos” – alega que a mulher tem direito sober seu corpo – como se a criança que cresce em seu útero, independente de sua vontade, ou capricho -deve    ter o apoio do governo, dinheiro advindo de impostos de quem trabalha duro para sustentar parasitas do funcionarismo público –  por isso colocam a “saúde da mulher” que queira matar os “indesejados”  como o xis da questão. E o direito à vida do nascituro? E os DIREITOS HUMANOS DO NÃO-NASCIDO,  essa mentalidade defende?

 O site do ministério divulga: “Dra. Leila Adesse é médica sanitarista e atual diretora do Ipas Brasil – entidade que busca iniciativas voltadas para a melhoria da qualidade do atendimento às mulheres com quadro de abortamento na rede do SUS, apoiando o treinamento de recursos humanos, assessorando tecnicamente o Ministério da Saúde, as secretarias de saúde e os serviços, ampliando a produção de conhecimento no campo do aborto. Na ENSP/Fiocruz, atua desde 2000 com a formação em promoção da saúde, onde é coordenadora da disciplina para mestrado e doutorado de Promoção da Saúde. Dra. Beatriz Galli é advogada, foi membro da Advocacy, entidade voltada para a defesa dos direitos humanos das mulheres e participou da elaboração de cinco dossiês sobre o aborto inseguro em várias regiões do Brasil. É consultora de Direitos Humanos e Políticas do Ipas Brasil. Dra. Karen Giffin é socióloga, pesquisadora do CNPq, professora aposentada do Núcleo de Gênero e Saúde do Departamento de Ciências Sociais da ENSP, tendo realizado diversas pesquisas nessa área e também sobre aborto”. Que essas profissionais, que devem ser motivadas pelo zelo e proteção da maternidade, reflitam sobre o assunto, de forma a criar mecanismos que realmente assistam as mulheres e seus bebês não nascidos, orientem a juventude sobre a vida sexual responsável frente a permissividade que a mídia tanto encoraja – seguindo uma mentalidade materialista e mercantilista.  

Que a contribuição da FIOCRUZ dignifique a vida – e não o assassinato covarde de seres indefesos através do aborto provocado -, à exemplo de seu patrono, o médico Oswaldo Cruz!

1 comentário

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Uma resposta para “ABORTO: CARTA ABERTA A FIOCRUZ

  1. Resposta enviada por e-mail:
    Segue resposta da Coordenadoria de Comunicação Social da Fiocruz:
    “A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – instituição centenária, referência na área de pesquisa, desenvolvimento, inovação, produção, ensino e serviços em saúde – não defende o aborto. O que a Fiocruz defende é o reconhecimento de que o aborto é um problema de saúde pública e, como tal, pesquisadores e profissionais da saúde não podem ignorar a questão. Dessa forma, a Fundação atua no sentido de promover estudos sobre o aborto, bem como estimular o debate sobre assunto, de forma democrática e participativa, envolvendo diferentes atores sociais, como médicos, juristas, sociedade civil organizada etc”.
    Agradecemos sua visita!

    Atenciosamente,
    Fale Conosco Portal Fiocruz

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